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A maldição dos royalties do  petróleo no litoral norte

Como a explosão de dinheiro público moldou a política no Litoral Norte SP

A MALDIÇÃO DOS ROYALTIES NO LITORAL NORTE

Quando bilhões chegaram às prefeituras — e a política nunca mais foi a mesma

 

por Pitágoras Bom Pastor

O Litoral Norte paulista viveu, a partir do final dos anos 1980 e principalmente durante os anos 1990, uma transformação silenciosa e brutal.

Até então, cidades como São Sebastião, Caraguatatuba e Ubatuba eram municípios relativamente modestos, dependentes do turismo sazonal, da pesca, do pequeno comércio e da máquina pública tradicional.

Tudo mudou quando começaram a entrar os royalties do petróleo.

 O dinheiro alterou completamente: o tamanho das prefeituras; a capacidade política dos prefeitos; o mercado imobiliário; o poder regional; e a própria lógica da disputa eleitoral.

O Litoral Norte deixou de ser apenas um território turístico. Passou a ser um território petrolífero. E isso criou uma nova aristocracia política regional.

Paulo Julião e o início do ciclo do petróleo

Quando Paulo Julião assumiu a prefeitura de São Sebastião, pela segunda vez, em 1989, coincidiu com o início da entrada mais robusta dos recursos ligados ao petróleo.( Sua eleição aliás se deu pelo fato de que aundo foi prefeito tampão em 1985, o Governo Montoro recheou a cidade de obras em 6 meses, fazendo que aparecesse como mágico).

Seu governo passou a operar uma prefeitura muito mais rica do que qualquer administração anterior. Isso é decisivo para entender seu sucesso político.

Não se tratou  de talento administrativo ou habilidade eleitoral. Houve uma mudança estrutural de caixa. São Sebastião ganhou musculatura financeira. A prefeitura passou a ter recursos para:

obras; expansão urbana; contratação de pessoal; fortalecimento político; influência regional.

Ao mesmo tempo, o PSDB crescia em São Paulo sob o comando de Mário Covas.

Paulo Julião fazia parte desse ambiente tucano de modernização administrativa, crescimento regional e fortalecimento institucional.

Mas o combustível real da transformação era o petróleo.

A criação de um sistema político regional

Segundo lideres políticos do litoral norte,  (com os  quais convivi como assessor do diretor da SUDELPA de 83 a 1990, como jornalista local  como membro do diretório do PMDB e ex assessor de 5 vereadoes em Caraguatatuba  , Paulo Julião teria sido uma das figuras que ajudaram a abrir espaço político para Antônio Carlos da Silva em Caraguatatuba no início dos anos 1990. Ao PSDB e ao Governo Covas, interessava ter alguém de confiança para gerir a indenização da Serra do Mar que o Estado pagou a Prefeitura de Caraguatatuba, cujo valor atualizado em 1,124 bilhão  de Reais. Tanto é assim que o Estado só pagou a prefeitura em 1997, no primero ano de mandato de ACS.

ACS TORNA-SE LIDER REGIONAL

Devido essa fortuna da Serra do Mar,  ACS conseguiu fazer muitas obras. A maioria delas contestadas por sua utilidade ou preço. Mas essa fama de prefeito realizador, o fez famoso no Litoral norte e a partir dessa fama conseguiu      construir sua própria força regional, elegendo e comandado os prefeitos Felipe de São Sebastião  e Sato em Ubatuba.  Com isso sua influência passou a circular entre: São Sebastião; Caraguatatuba; Ubatuba. E até mesmo em Ilhabela em 2012.

Não eram cidades isoladas. Era um ecossistema político regional.

O petróleo e também em 1997 o bilhão da Serra do Mar de Caraguatatuba , financiou a expansão política da dupla Paulo Julião e ACS. 

O que  aconteceu no Litoral Norte paulista lembra outros municípios petroleiros do Brasil.

Quando entra dinheiro extraordinário:

cresce a máquina pública;aumentam os contratos; surgem novas alianças; expande-se o clientelismo; multiplicam-se obras e loteamentos; e os prefeitos viram lideranças regionais poderosas.

Os royalties criaram prefeituras gigantescas para cidades relativamente pequenas.

Ilhabela talvez seja o caso mais impressionante: uma população modesta administrando orçamento proporcionalmente gigantesco.

Mas dinheiro abundante não produz automaticamente boa governança.

Produz poder. E poder sem controle institucional forte costuma gerar:

concentração política; fisiologismo; dependência econômica; e baixa transparência.

A tragédia do excesso de dinheiro

O mais contraditório é que cidades bilionárias continuaram apresentando:

desigualdade; ocupações irregulares; áreas de risco; problemas de saneamento;

infraestrutura precária em bairros populares.

O caso de São Sebastião ficou evidente após a tragédia climática de 2023.

Uma cidade extremamente rica revelou enorme fragilidade social.

Isso expôs uma verdade desconfortável:

royalties não garantem desenvolvimento equilibrado.

Muitas vezes apenas ampliam: a especulação; os conflitos políticos; e a concentração de poder.

O Litoral Norte virou um arquipélago de grupos políticos

Com o tempo, o bloco original começou a se fragmentar.

ACS lançou José Pereira Aguilar seu vice pra prefeitura em 2004 e este o abandonou e lutou contra acs em 2008 e 2012.

Aguilar pai lançou seu filho  Junior em Caraguatatuba  que venceu em 2016 e 2020 seu ex-coronel criando os Aguilares novo feudo,  sem abandonar no entanto os ensinamentos e métodos do criador A.C. S .

Por isso não houve  oposição, porém  continuidade ideológica e meyodológica, só com outro rei. Mal comparando, pelo bem e pelo mal, é uma disputa em família, como aquela que separou a Primeira Igreja Universal em duas, a que ficou com Edir Macedo e a que ficou com seu cunhado. Uma mesma teologia que se bi-partiu.

Em 2016 A.C.S apoiou Felipe Augusto, seu genro, em São Sebastião e Delcio  Sato em Ubatuba passando a ter não só influencia mas poder decisório e administrativa nessas prefeituras.

Durante muitos anos, parte importante do litoral orbitou o mesmo eixo político.

Depois vieram:

rupturas pessoais; separações familiares; disputas sucessórias; autonomização de lideranças.

O grupo original dividiu-se em facções.

O petróleo havia produzido não apenas riqueza. Mas uma nova geografia do poder.

ARTIGO 2

GUARAREMA: A ANTI-SÃO SEBASTIÃO?

Como uma cidade sem royalties gigantes construiu estabilidade institucional

Igualmente  ao Litoral Norte Guararema mergulhou  em bilhões dos famigerados Royalties do  petróleo,  Por isso Guararema passou a ter  orçamento proporcional ao dos litoral norte. Mais ou menos um terço do dinheiro para um terço da população 

Com a explosão petrolífera. Com orçamento milionário . Porém Sem boom costeiro especulativo.

Mesmo assim, construiu algo raro no Brasil:

estabilidade institucional.

Continuidade sem caos

Guararema também vive hegemonia política prolongada.

O grupo ligado a Marcio Alvino e André do Prado deputados domina a política local há muitos anos

Mas existe uma diferença importante.

A continuidade política não produziu:

sucessivas crises no TCE;

guerras internas públicas;

fragmentação traumática;

escândalos explosivos;

sensação constante de instabilidade.

Pelo contrário.

A cidade consolidou reputação de:

organização urbana;

previsibilidade administrativa;

limpeza;

segurança;

baixa percepção de corrupção.

A importância da cultura administrativa

Guararema apostou em gestão técnica.

A implantação de processos inspirados em ISO 9001 ajudou a construir:

padronização;

controle interno;

racionalização administrativa;

profissionalização burocrática.

Além disso, a Câmara Municipal tornou-se conhecida por devolver recursos à prefeitura.

Pode parecer detalhe. Mas no Brasil isso possui enorme significado simbólico.

Enquanto muitas câmaras municipais vivem:

inchadas;

fisiológicas;

caras;

e voltadas ao privilégio,

Guararema construiu imagem de austeridade relativa.

O contraste com o litoral

No Litoral Norte:

dinheiro demais;

contratos demais;

pressão imobiliária demais;

turismo demais;

petróleo demais.

Resultado:

conflitos;

judicialização;

sucessivas rejeições no TCE;

fragmentação política.

Em Guararema:

crescimento mais lento;

menos pressão especulativa;

orçamento menor;

máquina pública mais controlável.

Isso produziu uma cidade menos exuberante. Mas talvez mais equilibrada.

O TCE como termômetro moral

Ter contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas deveria ser fato grave.

Mas em partes do Litoral Norte isso acabou quase normalizado.

Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e outros municípios acumularam históricos recorrentes de apontamentos, rejeições e judicializações.

Guararema, ao contrário, construiu reputação de baixa turbulência institucional.

Isso pesa muito.

Porque confiança pública não nasce apenas de obras.

Nasce também da sensação de:

previsibilidade;

Como a explosão de dinheiro público moldou grupos políticos em São Sebastião, Caraguatatuba e Ubatuba

Por Pitágoras Bom Pastor

ARTIGO 1

A MALDIÇÃO DOS ROYALTIES NO LITORAL NORTE

Quando bilhões chegaram às prefeituras — e a política nunca mais foi a mesma

O Litoral Norte paulista viveu, a partir do final dos anos 1980 e principalmente durante os anos 1990, uma transformação silenciosa e brutal.

Até então, cidades como São Sebastião, Caraguatatuba e Ubatuba eram municípios relativamente modestos, dependentes do turismo sazonal, da pesca, do pequeno comércio e da máquina pública tradicional.

Tudo mudou quando começaram a entrar os royalties do petróleo.

O dinheiro alterou completamente:

o tamanho das prefeituras;

a capacidade política dos prefeitos;

o mercado imobiliário;

o poder regional;

e a própria lógica da disputa eleitoral.

O Litoral Norte deixou de ser apenas um território turístico. Passou a ser um território petrolífero.

E isso criou uma nova aristocracia política regional.

Paulo Julião e o início do ciclo do petróleo

Quando Paulo Julião assumiu a prefeitura de São Sebastião, pela segunda vez, em 1989, coincidiu com o início da entrada mais robusta dos recursos ligados ao petróleo.

Seu governo passou a operar uma prefeitura muito mais rica do que qualquer administração anterior.

Isso é decisivo para entender seu sucesso político.

Não se trata apenas de talento administrativo ou habilidade eleitoral. Houve uma mudança estrutural de caixa.

São Sebastião ganhou musculatura financeira. A prefeitura passou a ter recursos para:

obras;

expansão urbana;

contratação de pessoal;

fortalecimento político;

influência regional.

Ao mesmo tempo, o PSDB crescia em São Paulo sob o comando de Mário Covas.

Paulo Julião fazia parte desse ambiente tucano de modernização administrativa, crescimento regional e fortalecimento institucional.

Mas o combustível real da transformação era o petróleo.

A criação de um sistema político regional

Segundo bastidores políticos do litoral, Paulo Julião teria sido uma das figuras que ajudaram a abrir espaço político para Antônio Carlos da Silva em Caraguatatuba no início dos anos 1990.

Posteriormente, ACS construiu sua própria força regional.

E o que nasceu como uma liderança municipal virou um sistema político supramunicipal.

A influência passou a circular entre:

São Sebastião;

Caraguatatuba;

Ubatuba.

Não eram cidades isoladas. Era um ecossistema político regional.

O petróleo financiou a expansão política

O que aconteceu no Litoral Norte paulista lembra outros municípios petroleiros do Brasil.

Quando entra dinheiro extraordinário:

cresce a máquina pública;

aumentam os contratos;

surgem novas alianças;

expande-se o clientelismo;

multiplicam-se obras e loteamentos;

e os prefeitos viram lideranças regionais poderosas.

Os royalties criaram prefeituras gigantescas para cidades relativamente pequenas.

Ilhabela talvez seja o caso mais impressionante: uma população modesta administrando orçamento proporcionalmente gigantesco.

Mas dinheiro abundante não produz automaticamente boa governança.

Produz poder.

E poder sem controle institucional forte costuma gerar:

concentração política;

fisiologismo;

dependência econômica;

e baixa transparência.

A tragédia do excesso de dinheiro

O mais contraditório é que cidades bilionárias continuaram apresentando:

desigualdade;

ocupações irregulares;

áreas de risco;

problemas de saneamento;

infraestrutura precária em bairros populares.

O caso de São Sebastião ficou evidente após a tragédia climática de 2023.

Uma cidade extremamente rica revelou enorme fragilidade social.

Isso expôs uma verdade desconfortável:

royalties não garantem desenvolvimento equilibrado.

Muitas vezes apenas ampliam:

a especulação;

os conflitos políticos;

e a concentração de poder.

O Litoral Norte virou um arquipélago de grupos políticos

Com o tempo, o bloco original começou a se fragmentar.

ACS lançou José Pereira Aguilar seu vice pra prefeitura em 2004 e este o abandonou e lutou contra acs em 2008 e 2012. DEPOIS LANÇOU SEU FILHO JR Junior em CARAGUATATUBA que venceu em 2016 e 2020 seu ex coronel criando os Aguilar és novo feudo sem abandonar no entanto os ensinamentos e métodos de acs por isso não oposição mas continuidade ideologia, só com outro rei.

. ACS apoiou Felipe Augusto, seu genro, em São Sebastião. ACS apoiou Sato em Ubatuba.

Durante muitos anos, parte importante do litoral orbitou o mesmo eixo político.

Depois vieram:

rupturas pessoais;

separações familiares;

disputas sucessórias;

autonomização de lideranças.

O grupo original dividiu-se em facções.

O petróleo havia produzido não apenas riqueza. Mas uma nova geografia do poder.

*ARTIGO 2

GUARAREMA: A ANTI-SÃO SEBASTIÃO?*

Como uma cidade com seus royalties gigantes construiu estabilidade institucional

Igual ao Litoral Norte mergulhava em bilhões do petróleo, Guararema com orçamentos proporcional ao dos litoral norte

Com a explosão petrolífera. Com orçamento milionário . Porém Sem boom costeiro especulativo.

Mesmo assim, construiu algo raro no Brasil:

estabilidade institucional.

Continuidade sem caos

Guararema também vive hegemonia política prolongada.

O grupo ligado a Marcio Alvino e André do Prado deputados domina a política local há muitos anos

Mas existe uma diferença importante.

A continuidade política não produziu:

sucessivas crises no TCE;

guerras internas públicas;

fragmentação traumática;

escândalos explosivos;

sensação constante de instabilidade.

Pelo contrário.

A cidade consolidou reputação de:

organização urbana;

previsibilidade administrativa;

limpeza;

segurança;

baixa percepção de corrupção.

A importância da cultura administrativa

Guararema apostou em gestão técnica.

A implantação de processos inspirados em ISO 9001 ajudou a construir:

padronização;

controle interno;

racionalização administrativa;

profissionalização burocrática.

Além disso, a Câmara Municipal tornou-se conhecida por devolver recursos à prefeitura.

Pode parecer detalhe. Mas no Brasil isso possui enorme significado simbólico.

Enquanto muitas câmaras municipais vivem:

inchadas;

fisiológicas;

caras;

e voltadas ao privilégio,

Guararema construiu imagem de austeridade relativa.

O contraste com o litoral

No Litoral Norte:

dinheiro demais;

contratos demais;

pressão imobiliária demais;

turismo demais;

petróleo demais.

Resultado:

conflitos;

judicialização;

sucessivas rejeições no TCE;

fragmentação política.

Em Guararema:

crescimento mais lento;

menos pressão especulativa;

orçamento menor;

máquina pública mais controlável.

Isso produziu uma cidade menos exuberante. Mas talvez mais equilibrada.

O TCE como termômetro moral

Ter contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas deveria ser fato grave.

Mas em partes do Litoral Norte isso acabou quase normalizado.

Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e outros municípios acumularam históricos recorrentes de apontamentos, rejeições e judicializações.

Guararema, ao contrário, construiu reputação de baixa turbulência institucional.

Isso pesa muito.

Porque confiança pública não nasce apenas de obras.

Nasce também da sensação de:

previsibilidade;

honestidade;

estabilidade;

e ausência de escândalos permanentes.

A pergunta incômoda

O que aconteceria com o Litoral Norte se acabassem os royalties?

Quantas dessas cidades manteriam:

a mesma estrutura;

o mesmo poder político;

a mesma máquina pública;

o mesmo ritmo de obras?

E mais:

quanto da chamada “boa gestão” dependeu simplesmente da abundância extraordinária de dinheiro?

Guararema chama atenção justamente porque sua estabilidade foi construída sem essa avalanche fiscal.

Talvez seja por isso que a cidade tenha produzido algo raro:

hegemonia política com baixa sensação de corrupção.

No Brasil contemporâneo, isso já é quase uma anomalia.

ARTIGO 3

O PETRÓLEO CRIOU UMA NOVA OLIGARQUIA NO LITORAL?

Por Pitagoras Bom Pastor

A política regional após os royalties

O Litoral Norte paulista vive uma contradição profunda.

Nunca houve tanto dinheiro. E nunca houve tanta dependência política da máquina pública.

Royalties do petróleo deveriam servir para:

diversificação econômica;

educação;

infraestrutura sustentável;

proteção ambiental;

redução da desigualdade.

Mas boa parte do litoral tornou-se dependente de:

expansão imobiliária;

turismo sazonal;

contratos públicos;

e ciclos políticos personalistas.

Prefeituras billionárias, cidades desiguais

Ilhabela tornou-se uma espécie de “município premium”.

São Sebastião virou potência fiscal. Substituir potência fiscal Caraguatatuba consolidou-se como polo regional.

Mas o que permanece?

bairros vulneráveis;

saneamento incompleto;

pressão ambiental;

especulação imobiliária;

concentração de renda.

Os royalties produziram modernização parcial. Mas não resolveram as contradições históricas.

A política virou regionalizada

Um dos fenômenos mais interessantes foi a integração política regional.

Paulo Julião influencia ACS. ACS influencia Aguilar. ACS influencia Felipe Augusto. ACS apoia Sato. Sato influência indiretamente o grupo que chega à prefeitura de Ubatuba.

Os municípios deixaram de funcionar isoladamente.

A política virou uma rede regional interligada.

E depois essa rede começou a se fragmentar.

A nova aristocracia pública

O petróleo criou uma nova elite.

Não necessariamente industrial. Nem empresarial clássica.

Mas uma aristocracia político-administrativa.

Uma elite formada por:

prefeitos fortes;

grupos eleitorais permanentes;

operadores regionais;

influência sobre contratos;

e controle da máquina pública.

Problemas no tce

Ma gestão de dinheiro publico e prefeituras endividados

O problema é que royalties podem anestesiar a sociedade.

Quando há muito dinheiro circulando:

a crítica enfraquece;

a dependência aumenta;

o controle social diminui;

e a política torna-se estruturalmente concentrada.

O desafio do futuro

O petróleo não é eterno.

E a pergunta inevitável é:

O que sobrará quando os royalties diminuírem?

Cidades sustentáveis? Economias diversificadas? Instituições sólidas?

Ou apenas estruturas públicas inchadas dependentes de uma riqueza passageira?

O Litoral Norte ainda não respondeu essa pergunta.

Mas ela já começou a bater à porta.

Cite fontes

Encontro nos sites das prefeituras daddo orçamenta divida o artigos em 3 pedaços diferentes e os prepare pra Word press da radioc2.com

Pitagoras Bom Pastor

Pitágoras Bom Pastor de Medeiros, Poeta, jornalista e advogado, pós graduado em jornalismo digital, apartidário, a favor do estado de bem estar social

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